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MACUNAÍMA, O HERÓI SEM NENHUM CARÁTER

Mário de Andrade

A obra Macunaíma é um marco do modernismo e um clássico da literatura brasileira. Mário de Andrade se impôs a tarefa de retratar a identidade nacional, através de uma linguagem que incorpora elementos da mitologia indígena, das lendas e tradições de todo o Brasil, que ao mesmo tempo afronta e enriquece a tradição literária vigente no Brasil dos anos 1920.

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PRIMEIRA POESIA

Donald Malschitzky

Primeira Poesia reúne os livros Grafite e Cabeça de Vento, publicados por Donald Malschitzky no início dos anos 1990. Estas duas primeiras obras trazem as marcas de um tempo, segundo as palavras do autor, de inspiração mais irresponsável e de coragem para “deixar a alma (ânima) falar sem algemas”.

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A ALMA ENCANTADORA DOS RUAS

João do Rio

As ruas conduzem, demarcam, formam e transformam. Nelas uns ganham a vida (nem sempre de forma honesta), outros vagabundeiam. As ruas são locais de esperança e de desilusão, onde olhares furtivos se transformam em flerte, em amor e desamor. Elas são como nossas artérias: dão vida e pulso às cidades. E ambíguas, complexas, generosas, as ruas também inspiram. Com rara sensibilidade e inspirado nas ruas do Rio de Janeiro do início do século XX, João do Rio apresenta neste clássico um instantâneo da alma brasileira.

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DEMÔNIOS

Aluísio Azevedo

Nesta narrativa curta, Aluísio Azevedo nos leva para um mundo envolto em trevas, onde a morte ceifou todas as criaturas, exceto o narrador e sua noiva. O que vemos em seguida é o autor lançar seu herói e sua heroína em um mundo em decomposição, e eles mesmos enfrentarem um processo evolucionário às avessas. Tudo isto narrado de forma magistral para, ao final, no derradeiro parágrafo, o autor nos surpreender com nova revelação que muda a compreensão do que acabamos de ler.

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SENHORA DO GELO

Fernando José Karl

O segredo de Lucana ou o sonho de K. se enredam nesta narrativa de Fernando José Karl, como enredam-se as redes feiticeiras em alto-mar nos dias em que o vento chacoalha as árvores. Que mulher é esta Senhora do Gelo? Feiticeira, pescadora, gueixa, pomar ou mãe de santo?

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